Domingo, 30 de Maio de 2010

Maybe.

Anteriormente, o teu silêncio tomava-me todo o singular dia, e tentei aprender a viver com ele...

 

Ambos sabemos que tens receio mas que, à tua maneira, me sabes amar, apesar de todas as desculpas inteligentes.

 

E porque repetes tudo num puro acto de desejo se me pretendes esquecer?

E afinal o que sentes tu verdadeiramente por mim?

Nunca mo elucidarás...

 

 

Não ligo ao que os outros pensam, sabes. Não quero, muito menos, ter conhecimento do que dizem acerca das minhas escolhas!

Reparo que tens imensos defeitos. Porém nunca quis que fosses perfeito, uma utopia idealística. Nunca te vi de tal modo.

«Às vezes gosto de te insultar em segredo!

Gosto de ti mesmo quando te esqueces do que te peço, do que te digo. Gosto de ti quando me provocas os ataques de ciúmes mais subtis.»

 

Para o bem ou para o mal, não são os outros que me magoam e me fazem chorar. Que me fazem sorrir.. Os outros que invejam, que falam...

 

 

0912


publicado por devaneios demarcados às 18:36
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What a good night'

  • Adorei! '

publicado por devaneios demarcados às 12:05
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Sábado, 29 de Maio de 2010

#

Preciso dum abraço.'

 

Um dia páras de pensar, acabas por inutilizar tanta racionalidade. Finalizas num entendimento póstumo.

Nunca te conseguira inventar, alogei tudo no meu corpo, numa superfície.

Talvez a minha voz deixe de te procurar'...

 

0912


publicado por devaneios demarcados às 17:55
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Quinta-feira, 27 de Maio de 2010

De novo...na terceira pessoa

«Lembras-te como eras? . . . Disputavas incessantemente por aquilo que realmente pretendias e conseguiste sempre tudo! Porém, nunca inutilizaste tudo numa luta por alguém que amasses, a par de nunca teres deixado que o fizessem por ti. E agora! Estás alienada!»

Nunca havia desistido dele. Com uma vida cheia de amor para dar, e ironicamente, só o conseguia dar-lhe a ele, e há quanto tempo não o fazia. Uma imaterialidade sem rótulo nem prazo de validade, sem a necessidade de conservantes... As lágrimas e as noites mal dormidas tornavam-na mais forte. Sabia agora que já o tinha perdido, provavelmente porque para ele não fazia sentido. E ela que, pacata, exerceu tudo por ele.

Sabe que nada se regenerará, que ele não o quererá. O que lhe falta para gostar dela é a raiz das dúvidas. Pensa que não vale a pena. E ela limita-se ao respeito, não o obrigará a amá-la.

Ele não tomará decisões, espera que tudo isto o largue e que outra experiência o apanhe sem ter de a agarrar. O medo constante dela.


«E só quando deixares de pensar no depois, sem antes teres dado uma oportunidade ao agora, é que vais saber o que é realmente o amor. Até lá, vais achá-lo uma utopia. Vais criar uma teoria e viver dela. Sem saber que o amor não é uma teoria. É uma prática.»


 

E eu, eu ainda te amo.*

 

 

0912


publicado por devaneios demarcados às 13:49
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Sexta-feira, 14 de Maio de 2010

Virtual..

«Até quando vais continuar com esse jogo? Até quando vais continuar a fingir que não há nada? Que tudo é uma brincadeira? Até quando vais negar? Esperas por amanhã? Gostas de brincar com o fogo. Gostas de pôr as culpas na distância. Tens medo de admitir que tens medo, que não gostas de sentir as borboletas no estômago, nem o sangue a correr depressa, para poder acompanhar cada batida acelerada desse órgão a que chamam vital. Tens medo. E para não dizeres que tens medo, negas. Pior que mentir aos outros é mentir a ti próprio. Enganas-te. E ainda tens a lata de acordar de manhã com um sorriso. Deixaste-te entrar nesse jogo. Brincas contigo, brincas com ela. Tens aversão à palavra amor. Ela causa-te urticária. Só de pensares nisso ficas com náuseas. E sabes porquê? Porque queres continuar com essa máscara de menino duro que tem uma rocha no lugar do coração e que não há efeito erosivo que a desgaste. Gostas dessa aparência de quem é capaz de controlar a situação. Os sentimentos. Gostas de ser dono de ti. E às vezes enganas mesmo. Mas a mim não. Podes continuar a fazer esse jogo. A cair e a voltar ao início. A perder vidas e a ganhá-las no próximo bónus. Mas não te esqueças que o relógio de areia é pesado demais para o virares sozinho no final.»

 

http://ataraxiautopica.blogs.sapo.pt/

0912


publicado por devaneios demarcados às 20:22
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Quinta-feira, 13 de Maio de 2010

(*)

Ainda que não acredites, queria imenso ver-te, ter-te aqui, poder até tocar-te. As saudades são fodidas, tanto que chego a detestar o Dezembro de 2008, aquele em que me prendi a ti.


Um passado que permanecerá como um escudo, ainda o detemos em conjunto exaustivo. Preciso que me feches esta porta que escancaraste, da qual ainda tens a chave; que escolhas o lado no qual pretendes permanecer.


E agora já não adianta ligar-te. Sei que não me vais atender. Não acredito que a vida seja imutável. E atingi o caminho do desespero, com a velocidade de uma rajada de vento. Fugi de mim enquanto me procurava. «E eu vi-te com bons o lhos desde o primeiro momento, que a tua presença quase imperceptível na minha vida seria como um bálsamo, uma música perfeita e harmoniosa, um dia ao sol, ou uma noite em branco, daqueles que nos fazem pensar que a vida está cheia de surpresas boas e que vale mesmo a pena estar vivo, só para as saborear.» Há vertigem neste entretenimento.



Principiámos o plágio da vida um do outro. Sempre que nos abraçamos amamo-nos como se fosse a última vez. «Deixaste-me sobre a pele um rasgão que já não dói! Mas quando a memória da noite consegue trazer-te intacto, fecho os olhos, o corpo e a alma latejam de dor. Odeio-te por não me pertenceres mais.»


Agora olha-te. Imagina-me também. És tão assustador. E porquê?! Não pares as palavras que me querem atingir, não estejas paralisado. Vive agora. Corre riscos. Conta segredos. Eu permanecerei forte.

 

E o mais certo é que espere insaciavelmente que te lembres de mim, depois de ter desistido.


De novo tenho imenso orgulho por seres o meu melhor amigo. Mas questiono a reciprocidade de tudo.



A última esperança. Sei que sabes que estavas errado. Mas andas tão divertido que nem te passo pela cabeça. Já não tenho mais condições de esperar#


Ainda conto que me venhas buscar e me surpreendas. Nunca o farás. Abate o orgulho, atinge-o na parte mais baixa. E sei que tens algo que me pretendes transmitir!

 

 

 

0912

publicado por devaneios demarcados às 18:31
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Quarta-feira, 12 de Maio de 2010

God put a smile upon your face'

You should come back . . .


-I'll end up giving up. 'A part-time lover and a full-time friend'... *
0912

publicado por devaneios demarcados às 19:14
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Domingo, 9 de Maio de 2010

Desculpa.

Como abomino tagarelar acerca disto. Ninguém mo solicita senão tu, como sabes.
E desculpa. Adivinhara precocemente o meu estado latente. Foste dormir, e deixaste-me acordada uma eternidade.
É a tua! E agora o que faço!? Pelo menos posso continuar com a certeza de que estás bem, como nunca deixaras de sentir-te.
Estou tão farta de tudo por ti. Obrigada por me deixares assim’…
Faz-me falta saber o que ainda sentes por mim, se é que actualmente guardas algo.

A m o - t e.



0912

publicado por devaneios demarcados às 18:49
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Quinta-feira, 6 de Maio de 2010

Azar

 

Tens toda a razão quando atestas a instabilidade das circunstâncias. Porém, talvez uma madrugada, eu usufrua de fortuna. Tu, tu escolheste mal, lamento!


Ajudaste-me a compreender o quão importante, as pessoas nos podem fazer sentir. Como não mereço, de todo, aquele por quem luto insaciavelmente.

Esgalhando sempre a genuína incredulidade, e não me renuncias; como se fosse o todo.


Obrigada.

E faz-me o favor de não querer saber mais de mim’

"Gosto tanto, tanto de ti!’"- E no entanto, quem sabe se não começo a estimar-te...

 

 

 

Adoro quando afirmas: «A vida falece nele como um sábio em arrogante auto-confiança»!

Sabes que o Amo.


publicado por devaneios demarcados às 14:18
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Domingo, 2 de Maio de 2010

Odeio-te'

Protegeste-me anos a fio. Destes-me tudo o que conseguiste. Agora, perdeste-me.

 

Tal como odeio os teus, agora sinto o mesmo pela tua pessoa. Nunca me voltarás a deter como quando nasci. E foras tu que me geraras.

 

Magoaste-me. E desta vez toda a gente o consegue observar.

 

 

 

Não te consigo odiar mais' ... E não me peças que te perdoe.


publicado por devaneios demarcados às 19:03
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«A man should look for what is, and not for what he thinks should be.» __________________________ - Albert Einstein
«...things don't have to be extraordinary to be beautiful. Even the ordinary can be beautiful.»

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