Sábado, 30 de Abril de 2011

Adeus'

Hoje precisei de um amigo, de uma força. E tu já não estás há muito tempo!

 

Hoje tive a noção do fim da nossa amizade.

 

Fria e seca: um dia esse orgulho todo vai matar-te. E espero que não demore.

 


publicado por devaneios demarcados às 19:11
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tudo isto me destrói

 

Preciso da tua mão! Do teu abraço... Estou a ficar sem forças amigo...


publicado por devaneios demarcados às 10:50
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Sexta-feira, 29 de Abril de 2011

«I felt it. Perfect. I was perfect.»

«The only person standing in your way is you.»

 

 

«This role is destroying you.»

 


publicado por devaneios demarcados às 23:07
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Dor'

You hurt me!...

 

 

..se não te tivesse amado tanto!...

 

É duro carregar todos os dias com tanta frustação e desilusão...


publicado por devaneios demarcados às 20:32
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Quinta-feira, 28 de Abril de 2011

Vem dar-me as boas noites!

«Faz-me um favor, não derrames mais uma lágrima!»

 

«És tão bonita assim a sorrir...»

 

«Daqui em diante vais procurar as coisas que antes disto te tornavam a pessoa mais feliz.»

 

E é tão bom voltar a sorrir. E sorrir inteiramente. Um sorriso rasgado,  um sorriso ainda ténue e acanhado! Um sorriso arrebatador!

 

Reformulando a mais pura existência neste cosmos, renego qualquer presumível recordação, desprezo o que não consegui ser, o que sinto exige este instante e deixei de ter folhas em branco para continuar este amor… O livro fechou-se e lacrou-se…

 

Um dia cresces. E aprendes tudo o que não conseguiste ainda. Incrível a tua infantilidade, a tua inutilidade. Prometeras afincadamente a tua incondicional presença quando algo desvanecesse, não me deixarias sozinha. E então?

 

Não voltaste e deixaste-me a chorar. Numa noite em que as estrelas não brilharam, mas anunciaram uma realização colossal! Todas as ruas desde então passaram a renegar o teu nome. Não durmo, não. O maior erro é preocupar-me tanto com quem não o faz comigo…

 

As coisas acabam assim: secas, murchas, sem qualquer apelo! Silenciosamente começas a não me preencher os dias, a não me acalentar à noite. É bom quando temos alguém que substitua estas lembranças.

 

E acabam. E destroem-se tão fugazmente…

 


 

«A cidade está deserta,
E alguém escreveu o teu nome em toda a parte:
Nas casas, nos carros, nas pontes, nas ruas.
Em todo o lado essa palavra
Repetida ao expoente da loucura!
Ora amarga! Ora doce!
Pra nos lembrar que o amor é uma doença,
Quando nele julgamos ver a nossa cura!»


publicado por devaneios demarcados às 22:25
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Segunda-feira, 25 de Abril de 2011

Desistir e Resistir (.)

«Podias ter-me dito que ias sair da minha vida. A paixão é mesmo isto, nunca sabemos quando acaba ou se transforma em amor, e eu sabia que a tua paixão não iria resistir à erosão do tempo, ao frio dos dias, ao vazio da cama, ao silêncio da distância. Há um tempo para acreditar, um tempo para viver e um tempo para desistir, e nós tivemos muita sorte porque vivemos todos esses tempos no modo certo. Podias ter-me dito que querias conjugar o verbo desistir. Demorei muito tempo a aceitar que, às vezes, desistir é o mesmo que vencer, sem travar batalhas. Antigamente pensava que não, que quem desiste perde sempre, que a subtracção é a arma mais cobarde dos amantes, e o silêncio a forma mais injusta de deixar fenecer os sonhos. Mas a vida ensinou-me o contrário. Hoje sei que desistir é apenas um caminho possível, às vezes o único que os homens conhecem. Contigo aprendi que o amor é uma força misteriosa e divina. Sei que também aprendeste muito comigo, mais do que imaginas e do que agora consegues alcançar. Só o tempo te vai dar tudo o que de mim guardaste, esse tempo que é uma caixa que se abre ao contrário: de um lado estás tu, e do outro estou eu, a ver-te sem te poder tocar, a abraçar-te todas as noites antes de adormeceres e a cada manhã ao acordares. Não sei quando te voltarei a ver ou a ter notícias tuas, mas sabes uma coisa? Já não me importo, porque guardei-te no meu coração antes de partires. Numa noite perfeita entre tantas outras, liguei o meu coração ao teu com um fio invisível e troquei uma parte da tua alma com a minha, enquanto dormias.»                     -Margarida Rebelo Pinto

 

 

 

 

0912*


publicado por devaneios demarcados às 21:25
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Quinta-feira, 21 de Abril de 2011

Fazes-me falta J.

 

Espero que tenhas os melhores tempos da tua vida, sem mim...

 

Lancei os dados na mesa, senti-te tão intensamente que mal deste por isso! Detiveste logo o meu coração por caução.

 

Tens um feitio lixado no que toca ao amor! Sentes-te melhor assim. E não passas de um mimado mentiroso! 

 

Gosto de te conhecer, de perceber aquilo que não pronuncias! 

 

Não percepciono tal razão para tudo isto... Quando ansiava pelas melhores férias depois de tanto tempo...

 

Oferecer-te-ia um dicionário com todas aquelas palavras que nunca te ensinaram: tolerância, respeito, amor, espera...

 

Voltava de novo a explicar-te o que senti quando te vi por aquela porta entrar, e isto horas a fio...

 

Tenho saudades de nós. O desamparo tornou-se enorme. Preciso tanto de ti aqui! Falta-me o teu cheiro, a tua voz, o teu abraço, o teu beijo...

 

Falta-me tudo o que não me devolveste...

 

Sou uma omnívora compulsiva, até aí tens razão, sempre quis devorar tudo de todas as maneiras...mas na verdade era assim que te sentias melhor! E quando deixei de o fazer pelo cansaço que sinto de tudo o resto, deixaste também de persistir!

 

«Só vivendo sobre a mudança se pode evitar a dor, so contornando a monstruosa perfeição do tempo se podia vencê-lo.»

 

 


publicado por devaneios demarcados às 12:59
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Quarta-feira, 20 de Abril de 2011

Quando não o detemos mais!

 

 

 

«Nunca vemos o amor chegar; só o vemos a ir-se embora. Estou numa estacão de comboios, sentada num banco de pau, completamente só. Perdi o teu comboio e não quero apanhar nenhum outro. Está frio. Um vento seco e cortante faz com que me encolha como um bicho de conta. Já não há sonho, já não há dádiva, os dias voltaram a ser cinzentos e tristes, agora são todos iguais, sempre iguais.»

 

Margarida Rebelo.

 

 

 

 

 

Preciso do teu abraço!

 


publicado por devaneios demarcados às 20:39
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Domingo, 17 de Abril de 2011

J

 

Afinal porque me pareceste tão errado? E tão certo de gostar de mim...

Amo-te*


publicado por devaneios demarcados às 02:33
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I know you're still here..


publicado por devaneios demarcados às 02:13
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«A man should look for what is, and not for what he thinks should be.» __________________________ - Albert Einstein
«...things don't have to be extraordinary to be beautiful. Even the ordinary can be beautiful.»

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